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CLIC – Conselho Local para a Inclusão em Cascais

O CLIC – Conselho Local para a Inclusão em Cascais reúne 41 entidades ligadas à área da deficiência em Cascais, com a missão de melhorar a qualidade de vida das pessoas com deficiência.

 

Através de uma rede inter-organizacional baseada no diálogo e no compromisso, orientada para a implementação de políticas que promovam os direitos e a plena cidadania, desenvolvem atividade nas áreas da Cidadania e Participação, Acessibilidade e Comunicação, Educação, Emprego, Desporto, Cultura e Lazer.

Logotipo Temos Voz - Temos Voz escrito em letra azul escura rodeado de ícones de balões de fala, mãos, teclado e várias caras

As sessões públicas participativas dirigidas a Pessoas com Deficiência e a cuidadores em Cascais aconteceram a 31 de maio e a 7 de junho e foram um sucesso!

 

  • 83 participantes com deficiência auscultados

  • 5 tipos de deficiência representados (motora, intelectual, orgânica, visual e comunidade surda)

  • 56 familiares e/ou cuidadores ouvidos

  • 60 moderadores provenientes de 11 instituições

  • 30 grelhas de comunicação disponíveis

  • 3 intérpretes de Língua Gestual Portuguesa em permanência

  • 0 barreiras arquitectónicas

  • 243 propostas recolhidas

SESSÕES TEMOS VOZ

243 PROPOSTAS DE 14 TEMAS:

 

As propostas e ideias, organizadas em 14 temas, já estão disponíveis para consulta pública abaixo. A partir deste contributo coletivo, o CLIC – Conselho Local para a Inclusão em Cascais – irá trabalhar, em articulação com os seus membros e parceiros, na definição de prioridades e na construção de ações concretas que consolidem o trabalho continuado de inclusão das Pessoas com Deficiência no Concelho. Estas propostas serão integradas no Plano Estratégico do CLIC e no Diagnóstico Social de Cascais, garantindo que a participação ativa de Pessoas com Deficiência e cuidadores continua a ter impacto real nas políticas e práticas locais, um compromisso assumido pelo Município.

Autonomia e Vida Independente

Disponibilização de assistentes pessoais para ida a discotecas e concertos

Facultar um serviço de assistentes pessoais flexível, adaptado às necessidades individuais e facilmente acionável sempre que necessário, incluindo no acesso aos serviços municipais

Possibilitar a disponibilização de assistentes pessoais para caminhadas com pessoas sem deficiência

Disponibilização de assistentes pessoais no apoio à praia (semelhante ao programa dos tiralôs) para pessoas cegas e com deficiência intelectual (maiores de 18 anos)

Facultar um banco de voluntários para prestar assistência pessoal ocasional no acesso aos serviços públicos

Articulação com Centro Medicina e Reabilitação de Alcoitão para alargamento dos serviços e condições preferenciais para munícipes (ex: treino de AVD (Atividades da Vida Diária) nos domicílios)

Alargamento dos serviços de apoio domiciliário, nomeadamente no período noturno

Criação de um cartão de débito para participação em atividades de cultura e lazer sem dependerem dos pais

Investimento na Vida Independente e aposta na desinstitucionalização através da abertura de um CAVI (Centro de Apoio à Vida Independente) no concelho

Criação de equipas comunitárias de treino de autonomia e preparação para uma vida independente

Disponibilização de apartamento de autonomia para treino de AVD 

Incentivar alunos universitários das áreas sociais e de saúde para treino de AVD, apoio a atividades de lazer e cultura, “youngsitting” que promova a experiência destes estudantes e em simultâneo, o descanso do cuidador

Promoção de um centro de atividades para treino de competências sociais, pessoais e profissionais de PcD (sem lógica ocupacional mas com lógica de preparação para outras respostas)

Apoiar na manutenção de competências para PcD que ficam em casa (ex: ao abrigo do estatuto de cuidador informal) + alargamento de respostas de estimulação

Divulgação e alargamento de respostas de transição após escolaridade obrigatória

Alargamento de respostas alternativas de carácter formativo e emprego apoiado que promovam a indepêndencia e autonomia de PcD intelectual (exemplo de boa prática: Cafés Joyeaux)

 

Comunicação e Sensibilização

Criar uma estratégia de comunicação que vise a sensibilização para a inclusão e respeito com as PcD (Pessoas com Deficiência), incluindo a comunidade surda

Em todos os eventos da CMC colocar nos formulários a opção de necessidade de ILGP (Intérpretes de Língua Gestual Portuguesa) para promover a participação da comunidade surda

Divulgar o papel dos ILGP 

Realizar um census/levantamento da comunidade surda para aferir a necessidade de Intérpretes de Língua Gestual Portuguesa para a criação de uma bolsa

Disponibilização de bolsa de ILGP 

Ensinar frases/expressões básicas em Língua Gestual Portuguesa à população para situações de emergência

Trabalhar as questões da acessibilidade comunicacional e atitudinal aos serviços

Investir na formação dos funcionários de supermercados e outros estabelecimentos comerciais. Estes profissionais devem estar preparados para apoiar PcD na localização e identificação de produtos, de forma respeitosa, eficaz e autónoma (em particular pessoas cegas e com deficiência intelectual)

Criar planos de emergência para a comunidade surda (ex: apagão)

Plano anual de formação/sessões de esclarecimento e sensibilização sobre deficiência para PcD, famílias (com foco nos irmãos) e comunidade

Disseminação destes encontros para outras autarquias fazerem ações semelhantes

Maior divulgação de ações na área das deficiências nas redes sociais da CMC

Informação e Atendimento

Criação de um cartão municipal de pessoa com deficiência

Possibilidade de integrar no Fix Cascais a funcionalidade de reportar falta ou pouca acessibilidade (ou outros problemas que a condicionem)

Adaptar balcões municipais de atendimento ao público com opção rebaixada

Melhorar a acessibilidade do site e das redes sociais da CMC

Abrir a opção chat para comunidade surda na Linha Cascais

Opção vibratória para sistemas de senhas no atendimento ao público municipal

Disponibilizar informação acessível para cegos nos edifícios dos serviços públicos

Criar um balcão da inclusão com ILGP (Intérpretes de Língua Gestual Portuguesa) para apoio transversal municipal

Formação aos técnicos de serviço social da Rede Social sobre apoios específicos às PcD (Pessocas com Deficiência) para maior capacidade de resposta no atendimento

Lançar uma plataforma informática onde possam ser reportados casos de PcD, caracterizados, analisadas as suas situações por técnicos, fornecido um gestor de caso para encontrar respostas. Disponibilização de botão S.O.S.

Dilvulgação de todos os serviços da CMC dirigidos a PcD: criação de um sítio que agrega a informação de todas as respostas na área da deficiência para receber as famílias e disponibilização de um gabinete municipal de informação especializado de apoio às famílias

Desburocratização de processos: mais apoio personalizado de pessoas

Acessibilidades e Espaço Público

Rebaixar passeios não rebaixados

Colocar rampa no passeio à frente do CRIARTE em Carcavelos bem como passeio à frente da Escola Básica de Carcavelos

Arranjo da rampa com porta recuada na Igreja da Parede

Nivelar os passeios contíguos ao Hospital de Cascais (no final do passeio há um enorme declive)

Melhoria da circulação em cadeira de rodas na Rua 5 de Outubro, em Carcavelos

Colocação de pinos para evitar estacionamento abusivo nos passeios que impede a circulação de cadeira de rodas, em particular em frente ao passeio dos Lares da Boa Vontade

No alto dos Gaios falta de passeios, estradas perigosas e semáforos e sinais luminosos insuficientes para os carros abrandarem

Consertar obstáculos nos passeios (ex: poste no Bairro do Junqueiro)

Alteração dos produtos de limpeza das máquinas que limpam os passeios (deixam o chão muito escorregadio)

Prevenção dos vidros no chão do túnel de acesso à praia de Carcavelos que danificam as rodas das cadeiras de rodas: proteger com gaiolas metálicas as lâmpadas do túnel

Colocação de rampas, pinos, sinais luminosos, barras luminosas, coberturas nas paragens

Fiscalização à mobilidade fluida nos passeios

Rebaixar ATM (1 opção de ATM acessível por localidade)

Adaptação de portas dos serviços públicos (são muito pesadas e não permitem que pessoas com questões de mobilidade e força as consigam empurrar/puxar)

Criação de uma cinta acessível para o acesso a todas as praias (ou duas praias por localidade)

Prolongar/aumentar a passadeira no areal da praia de Carcavelos

Colocação de informação e regulamentação acessivel para PcD (Pessoas com Deficiência) nas zonas históricas

Projetar um programa para os parques ficarem mais acessíveis (ex: colocar mesa de picnic para cadeira de rodas, WC adaptados sempre disponíveis na Quinta da Alagoa)

Disponibilização de um parque urbano inclusivo em cada freguesia

Sinalizar tampas de esgoto, postes e sinais de trânsito que impeçam a circulação de pessoas com mobilidade condicionada

O WC dos centros de saúde só tem uma opção unissexo adaptada: criar para ambos os sexos

Necessidade de concertar o WC do centro de saúde da Parede e quando chove os acessos ficam muito escorregadios

Impulsionar um sistema de apoio à acessibilidade nos atos eleitorais

Criar grupo de users que auditem acessibilidades

Transportes

Adaptar os acessos aos transportes públicos:

  • alargamento dos espaços nas entradas das estações;
  • rampas nos acessos às estações de comboio;
  • rampas nos acessos às carruagens de comboio;
  • melhorar o acesso às bilheteiras automáticas;
  • mudar o material dos torniquetes para borracha;
  • colocar abrigos nas paragens de autocarro;
  • disponibilizar placa eletrónica visual e auditiva

Colocação de coberturas nas paragens dos autocarros 16,25 e 46 em Carcavelos (só tem um poste)

Aumento do nº de lugares para cadeiras de rodas dentro dos autocarros

Obrigatoriedade de aviso sonoro na chegada às estações de comboios/autocarros

Criação de sistemas de pictogramas nas paragens de autocarros e melhoria na comunicação das rotas de autocarros para pessoas com DID (Dificuldades Intelectuais e do Desenvolvimento)

Disponibilizar algumas imagens associadas aos destinos dos autocarros, para que as pessoas que não sabem ler, soubessem para onde vai aquele autocarro. Ou haver uma aplicação no telemóvel com imagens dos diferentes sítios e ficarem a saber que autocarros existem para os diferentes sítios e assim quando vissem um autocarro já saberiam dizer

Alargamento dos horários dos autocarros, em particular nos autocarros da carreira do Centro de Apoio Social do Pisão e na carreira M40 aos fins de semana

Disponibilização de horários de autocarros na internet para planeamento das viagens

Dar formação sobre inclusão aos motoristas dos autocarros

Sensibilização dos taxistas para o transporte de PcD (Pessoas com Deficiência) motora

Disponibilização de um serviço de taxis adaptados mais alargado e comparticipado e/ou parcerias com empresas de Transporte Adaptado a custos mais acessíveis

Oportunidades para o serviço de Transporte Adaptado: necessidade de redução de custos do serviço, gratuidade universal do serviço, o agendamento prévio é uma condicionante, os transportes nas urgências não transportam PcD em cadeira de rodas e acompanhante + formação sobre deficiência aos bombeiros

Trânsito e Estacionamento

Colocação de sinais luminosos para os carros abrandarem em zonas sem passeio, onde as pessoas que se deslocam em cadeira de rodas circulam nas estradas

Aumento do tempo dos semáforos para peões

As passadeiras de peões devem ser mais visíveis

Aumento do nº de lugares de estacionamento para pessoas com dístico , junto às praias (incluindo na praia da Conceição em que também se deve colocar rampa)

Aumento do nº de lugares de estacionamento para pessoas com dístico junto do mercado de Cascais

Colocar barras luminosas como no Colombo e Corte Inglês em que as luzes são ativadas pelas bengalas

Sensibilização à fiscalização de estacionamento abusivo por parte da Polícia Municipal e fiscais da Cascais Próxima

Cultura e Equipamentos Culturais

Os espaços culturais (cinemas, museus, teatros, centros de exposições) devem estar equipados com recursos de acessibilidade

Acesso gratuito aos eventos e espetáculos municipais ou com financiamento municipal

Tornar os espaços culturais mais acessíveis do ponto de vista do edificado e da bilhética (bilhete 2 por 1)

Ter um palco nas instituições para concertos

Maior divulgação do trabalho cultural e artístico feito por PcD (Pessoas com Deficiência) – ex: blog da Sónia

Melhorar a acessibilidade e a visibilidade nas Festas do Mar

Adaptar o acesso ao wc para cadeiras de rodas elétricas no Museu Paula Rego

Habitação

A CMC podia ir às casas das pessoas com «mobilidade reduzida» e, através de empresas, criarem mais acessibilidade à entrada das próprias casas. Há casas com barreiras e as pessoas têm muita dificuldade em entrar e sair de casa

Melhorar a comunicação do programa Oficina Social

Garantir uma quota mais significativa de fogos destinados a pessoas com deficiência. Tanto as habitações como os espaços envolventes devem ser pensados desde o início para responder às necessidades desta população — com acessos adequados, espaços funcionais e ambientes seguros

Reformular a política de habitação com sistema de priorização para PcD (Pessoas com Deficiência)

Disponibilizar opções de casas públicas acessíveis para arrendamento e linha de apoio a arrendatários com deficiência

Habitação acessível do ponto de vista do edificado e custos

Educação

Ensinar LGP (Língua Gestual Portuguesa ) (básico) nas escolas do 1º ciclo

A escola da Alapraia é referência para a comunidade surda, mas só até ao 9º ano – criar resposta para o secundário

Trabalhar as questões de bullying contra alunos com deficiência nas escolas

A bolsa de estudo da CMC deixar de ter limites de escalão de IRS sempre que o aluno tiver deficiência

Acrescentar ao apoio de bolsas de estudo uma majoração para custeamento de ILGP (Intérpretes de Língua Gestual Portuguesa)

Apostar num projeto de alfabetização para pessoas com deficiência intelectual adultas

Aumentar o número de Recursos Humanos nas equipas de apoio aos CAA (Centros de Apoio à Aprendizagem)

Criação de programa junto dos SPO (Serviço de Psicologia e Orientação) de despiste entre o perfil dos alunos (intelectual, maturidade, interesses) e as futuras respostas para a integração pós escolar a partir do 10º ano

Fazer um levantamento no 10º ano de jovens com perfil CACI (Centro de Atividades e Capacitação para a Inclusão) para planear as vagas a médio prazo (acompanhamento planeado e atempado dos alunos que sairão no 12º ano)

Reforço das equipas escolares do secundário para os desafios da deficiência nessa idade (replicar as boas práticas do pré-escolar)

Respostas para PcD (Pessoas com Deficiência) após o final da escolaridade obrigatória

Replicar as boas práticas existentes nas salas de NEE (Necessidades Educativas Específicas) que existem em alguns Agrupamentos de Escolas

Melhorar o acompanhamento dos alunos com deficiência e das suas famílias ao longo do percurso escolar

Promoção de ATL (Atividades de Tempos Livres) especializados para alunos com deficiência no horário pós escolar a partir do 7º ano (vagas em tempos livres da comunidade)

Dotar de mais formação sobre deficiência os profissionais das escolas com o apoio dos técnicos das instituições + Desmistificar a deficiência junto do grupo de pares na escola, mas também com professores, monitores e assistentes operacionais

Disponibilizar uma equipa multidisplinar de supervisão ao trabalho na área da deficiência nas escolas para apoiar o pessoal docente e não docente no encontro de melhores estratégias para um trabalho efetivo na área da inclusão

Formação, Emprego e Ocupação

Aprofundamento da parceria entre a CMC e a Associação Empresarial de Cascais para criar mais postos de trabalho para PcD (Pessoas com Deficiência)

Apoio financeiro complementar para a contratação de PcD por parte das empresas sediadas no concelho e empresas municipais

Reforçar as equipas técnicas de acompanhamento e apoio para PcD em situação de entrada no mercado de trabalho

Incentivar o acesso a contratos de trabalho de maior longevidade para PcD

Implementação de uma bolsa de assistentes pessoais em contexto laboral

Desenvolver referenciais de formação junto do IEFP para cursos destinados a PcD

Apostar na qualificação (sem certificação de PcD), adaptando cursos de cariz prático (ex: costura) às necessidades específicas de cada pessoa

Formação direccionada a desempregados para colmatar a falta de RH e a sua grande rotatividade nas respostas para PcD

Projetos de literacia informática para PcD

Equilibrar o recrutamento das equipas de apoio aos tiralôs (são maioritariamente mulheres, o que condiciona as transferências) e melhorar a sua qualificação e formação

Alargamento de ofertas de atividades e ocupação remuneradas extra empregabilidade

Aumentar as oportunidades de voluntariado para PcD

Promover o voluntariado junto da comunidade surda e envolver a comunidade surda na estratégia de voluntariado da CMC

Capacitar e motivar as empresas e DRH para apoiar a conciliação entre vida profissional e pessoal dos cuidadores e desafios sentidos pelos cuidadores

Socialização e Lazer

Aumentar a oferta de atividades de lazer para PcD (Pessoas com Deficiência)

Nos períodos de férias, devem ser organizadas mais iniciativas inclusivas, pensadas para crianças e jovens com deficiência (campos de férias, colónias de férias)

Integração de jovens com deficiência em atividades de convívio e lazer com grupos de jovens na comunidade, envolvendo jovens voluntários Cascais (colónias de férias, saídas, viagens com amigos, etc)

Criar programas/atividades com oportunidades de socialização e convívio entre alunos com e sem deficiência (voluntários)

Criação de um parque de diversão para adultos (com baloiços)

Criação de um programa de combate ao isolamento não desejado de PcD séniores

Possibilidade de intercâmbios e projetos de viagens para outros países para PcD

Promoção de programas para quem tem dificuldades em ter vida social mais ativa

Desenvolver atividades interativas digitais entre pessoas para combate ao isolamento

Dinamização de grupos informais de PcD para momentos de lazer e voluntariado

Desporto

Promover uma política de promoção do desporto para PcD (Pessoas com Deficiência)

Implementar estratégias de promoção do desporto adaptado junto da Federação Portuguesa de Desporto para Pessoas com Deficiência

Fazer parceria com a Associação de Atividade Motora Adaptada

Aumento de oferta de modalidades de desporto adaptado

Dinamização de modalidades: equipa de futebol adaptado, turma/clube de boccia, equipa de basket em cadeira de rodas (sem ser de competição), karate adaptado

Apoio à modalidade de ténis em cadeira de rodas no CNG Parede

Disponibilização de uma plataforma de divulgação das modalidades de desporto adaptado

Comparticipação/majoração do apoio nas mensalidades de pessoas com deficiência que queiram praticar modalidades que existam em equipamentos desportivos municipais

Possibilitar o apoio de ILGP (Intérpretes de Língua Gestual Portuguesa) nas diferentes modalidades desportivas e acesso ao desporto

Alargar o acesso à piscina do CMR aos munícipes com deficiência para prática de natação de manutenção (sem ser de reabilitação)

Disponibilizar transportes para torneios e jogos de futebol da equipa da CERCICA

Colocar um toldo na piscina da APPACDM para melhorar a prática da natação

Saúde e Respostas Cuidadores

Melhoria nas condições de acesso à saúde para PcD (Pessoas com Deficiência):  psicologia, dentista, terapias

Alargamento do cheque dentista para a população com deficiência

Divulgação do banco de produtos de apoio

Apoio para ajudas técnicas (diminuição do tempo de espera) e apoio no custeamento da manutenção das ajudas técnicas

Adaptar o projeto de teleconsulta à presença de um ILGP (Intérprete de Língua Gestual Portuguesa) para evitar que a comunidade surda tenha sempre que se deslocar presencialmente aos serviços de saúde

Criação de bolsas de cuidadores externos para apoiar pontualmente cuidadores de PcD

Criar espaços de convívio e lazer que permitam a pessoas cuidadoras conhecerem-se e poderem servir de rede de apoio caso seja precise um apoio inter-pares entre cuidadores ou otimização de recursos (boleias, etc)

Alargamento de respostas alternativas, tais como respostas temporárias de acolhimento para garantia do descanso do cuidador

Apoio complementar fraldas

Mais apoios para os cuidadores informais

Providenciar apoio psicológico preferencial e gratuito para cuidadores

Promoção de um projeto de voluntariado para permitir horas semanais de voluntários que possam promover o descanso dos cuidadores

Facultar grupos de apoio/suporte mútuo para cuidadores

Trabalhar a questão do luto dos pais quando nasce uma Pessoa com Deficiência

Trabalhar a questão do luto das Pessoas com Deficiência quando morrem os pais

Maior coordenação das equipas multidisciplinares de saúde no caso do acompanhamento de doentes com multideficiência (centralização num gestor de caso clínico)

Outros

Necessidade de uma abordagem transversal às questões de acessibilidade (nomeadamente no âmbito de acção do município, em TODAS, as actividades desenvolvidas no concelho)

Oportunidades de acesso a auto-cuidado (manicure, roupa digna, etc)

Retomar articulação entre a CMC e a Associação de Surdos da Linha de Cascais

Aumento das sinergias entre diferentes respostas do concelho nas áreas do desporto, artes, ocupacionais

Alargamento de rede de CACI (Centro de Atividades e Capacitação para a Inclusão) + alargamento do número de vagas em CACI

Obrigatoriedade de remuneração de PcD (Pessoas com Deficiência) que são produtivas nos CACI (ou descontos a favor dos cuidadores)

Criação de residências apoiadas para pais e filhos (quando os pais ficam velhos) + Criação de estrutura residencial para situações mais complexas após a morte dos pais

Disponibilização de resposta para PcD mais severas em situação de envelhecimento

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    clic@cm-cascais.pt

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